| O que faz bem | Tarefas repetitivas com regra clara: copiar dados, mover arquivos, enviar avisos, conectar sistemas. | Ler e entender texto, documentos e imagens; resumir; classificar; responder dúvidas; apoiar decisões. |
| Como decide | Pela regra que foi escrita. Nada além dela. | Por interpretação do contexto. Lida com o imprevisto, mas sem garantia de acerto. |
| Previsibilidade | Alta: mesma entrada, mesma saída. | Menor: a resposta pode variar e, às vezes, vir errada com aparência de certeza. |
| Custo para montar | Esforço único, proporcional à quantidade de regras e de sistemas ligados. | Esforço único, mais o trabalho de testar com casos reais e definir limites e revisão. |
| Custo para rodar | Normalmente muito baixo e estável: não cresce muito com o volume. | Em geral cobrado por uso, proporcional ao volume e ao tamanho do que é lido. Precisa de limite e medição. |
| Manutenção | Quando algo ao redor muda: um sistema, uma tela, um formato de arquivo, uma regra do negócio. | Acompanhar a qualidade das respostas, revisar exemplos de erro e atualizar quando o fornecedor do modelo troca ou aposenta versões. |
| Risco principal | Parar de funcionar, ou funcionar no automático depois que a regra deixou de valer. | Responder errado com segurança, ou agir além do que devia se não houver limites. |
| Controle humano | Regras claras e registro do que foi feito. | Revisão e aprovação nas decisões importantes, registro de cada ação e permissões mínimas. |
| Quando escolher | O processo é estável e as regras cabem em uma lista. | A entrada é texto livre, varia muito, ou exige interpretar antes de agir. |